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4 de março de 2011

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DA EDUCAÇÃO ATUAL

RESUMO: As relevantes modificações sofridas por nossa sociedade no decorrer do tempo, dentre elas o desenvolvimento tecnológico e o aprimoramento de novas maneiras de pensamento sobre o saber e sobre o processo pedagógico, têm refletido principalmente nas ações dos alunos no contexto escolar, o que tem se tornado ponto de dificuldade e insegurança entre professores e agentes escolares resultando em forma de comprometimento do processo ensino-aprendizagem. Dessa forma, faz-se necessário à busca de uma nova reflexão no processo educativo, onde o agente escolar passe a vivenciar essas transformações de forma a beneficiar suas ações podendo buscar novas formas didáticas e metodológicas de promoção do processo ensino-aprendizagem com seu aluno, sem com isso ser colocado como mero expectador dos avanços estruturais de nossa sociedade, mas um instrumento de enfoque motivador desse processo. A sociedade atual se vê confrontada com o desenvolvimento acelerado que ocorre a sua volta, onde o desenvolvimento e as descobertas ocorrem em frações de segundos, ocasionando um certo desgaste e comprometimento das ações voltadas para o aprimoramento do ensino, colocando a sala de aula como um ambiente de pouca relevância para a consolidação do conhecimento, enfatizando a vivência social o requisito primordial para a busca de aprendizado. Diante do exposto, é facilmente observado que a busca pelo conhecimento não tem sido o foco de interesse principal da sociedade, pois a atualização das informações tem ocorrido de forma acessível a todos os segmentos satisfazendo de uma forma geral aos interesses daqueles que as buscam. Dessa forma, a escola nesse contexto tem alternativa rever suas ações e o seu papel no aprimoramento da sua prática educativa, sendo que, uma análise sobre seus conceitos didático-metodológicos precisa ser feita, de forma a adequar sua postura pedagógica ao momento atual e principalmente colocar-se na posição de organização principal e mais importante na evolução dos princípios fundamentais de uma sociedade, cumprindo assim sua função transformadora e idealizadora de conhecimentos científicos-filosóficos pautando o resultado de suas ações em saber concreto.


A PRÁTICA PEDAGÓGICA DA ATUALIDADE


O processo educacional sempre foi alvo de constantes discussões e apontamentos que motivaram sua evolução em vários aspectos, principalmente no que tange a condução de metodologias de ensino por nossos educadores e a valorização do contexto escolar formador para nossos alunos. Nesse aspecto GADOTTI (2000:4), pesquisador desse processo afirma que,
Enraizada na sociedade de classes escravista da Idade Antiga, destinada a uma pequena minoria, a educação tradicional iniciou seu declínio já no movimento renascentista, mas ela sobrevive até hoje, apesar da extensão média da escolaridade trazida pela educação burguesa. A educação nova, que surge de forma mais clara a partir da obra de Rousseau, desenvolveu-se nesses últimos dois séculos e trouxe consigo numerosas conquistas, sobretudo no campo das ciências da educação e das metodologias de ensino. O conceito de “aprender fazendo” de John Dewey e as técnicas Freinet, por exemplo, são aquisições definitivas na história da pedagogia. Tanto a concepção tradicional de educação quanto a nova, amplamente consolidadas, terão um lugar garantido na educação do futuro. (GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000)
Diante de enumeras transformações sociais, onde informações e descobertas acontecem em frações de segundo, o processo de desenvolvimento da escola entra na pauta como um dos mais importantes aspectos a serem discutidos neste processo, pois é nela que são promovidas as mais importantes formulações teóricas sobre o desenvolvimento cultural e social de todas as nações, dessa forma, a pesquisa educacional acaba tomando um lugar central na busca de perspectivas que possibilitem uma nova prática educacional, envolvendo principalmente os agentes que conduzem o ambiente escolar, transformando o ensino em parte integrante ou principal na motivação dessas transformações.
Com as constantes modificações sofridas por nossa sociedade no decorrer do tempo, dentre elas o desenvolvimento de tecnologias e o aprimoramento de um modo de pensar menos autoritário e menos regrado, os agentes educacionais e a escola de uma maneira geral, vêm vivenciando um processo de mudança que tem refletido principalmente nas ações de seus alunos e na materialização destas no contexto escolar, fato que tem se tornado ponto de dificuldade e insegurança entre professores e agentes escolares de forma geral, configurando em forma de comprometimento do processo ensino-aprendizagem, sobre isso, GADOTTI (2000:6) afirma que,
Neste começo de um novo milênio, a educação apresenta- se numa dupla encruzilhada: de um lado, o desempenho do sistema escolar não tem dado conta da universalização da educação básica de qualidade; de outro, as novas matrizes teóricas não apresentam ainda a consistência global necessária para indicar caminhos realmente seguros numa época de profundas e rápidas transformações.(GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000)
A escola contemporânea sofre com o desenvolvimento acelerado que ocorre a sua volta, onde as informações são atualizadas em frações de segundos, ocasionando de certa forma, o desgaste e o comprometimento das ações voltadas para o aprimoramento do ensino, fazendo com que a sala de aula se torne um ambiente de pouca relevância para a consolidação do conhecimento, tornando a vivência social o requisito primordial para a busca de aprendizado, sobre essa escola, AMÉLIA HOMZE (2004:1) afirma em seu artigo “O Professor e o Mundo Contemporâneo”, que
Como educadores não devemos identificar o termo informação como conhecimento, pois, embora andem juntos, não são palavras sinônimas. Informações são fatos, expressão, opinião, que chegam as pessoas por ilimitados meios sem que se saiba os efeitos que acarretam. Conhecimento é a compreensão da procedência da informação, da sua dinâmica própria, e das conseqüências que dela advem, exigindo para isso um certo grau de racionalidade. A apropriação do conhecimento, é feita através da construção de conceitos, que possibilitam a leitura critica da informação, processo necessário para absorção da liberdade e autonomia mental.(HAMZE, A .O professor e o mundo contemporâneo, 2004)
É perceptível que o saber cientifico e a busca pelo conhecimento, tem fugido do interesse da sociedade em geral, pois a atualização das informações tem ocorrido de forma acessível a todos os segmentos satisfazendo de uma forma geral aos interesses daqueles que as buscam. A escola nesse contexto tem por opção repensar suas ações e o seu papel no aprimoramento do saber, e para isso, uma reflexão sobre seus conceitos didático-metodológicos precisa ser feita, de forma a adequar-se ao momento atual e principalmente colocar-se na postura de organização principal e mais importante na evolução dos princípios fundamentais de uma sociedade, DOWBOR (1998:259), sobre essa temática diz que,
...será preciso trabalhar em dois tempos: o tempo do passado e o tempo do futuro. Fazer tudo hoje para superar as condições do atraso e, ao mesmo tempo, criar as condições para aproveitar amanhã as possibilidades das novas tecnologias.(DOWBOR, L. A Reprodução Social, 1998)
GADOTTI (2000:8), sobre o assunto afirma que seja qual for à perspectiva que a educação contemporânea tomar, uma educação voltada para o futuro será sempre uma educação contestadora, superadora dos limites impostos pelo Estado e pelo mercado, portanto, uma educação muito mais voltada para a transformação social do que para a transmissão cultural.
Dessa Forma, a prática pedagógica dos agentes educacionais no momento atual, bem como a condução do processo ensino-aprendizagem na sociedade contemporânea, precisa ter como primícia a necessidade de uma reformulação pedagógica que priorize uma prática formadora para o desenvolvimento, onde a escola deixe de ser vista como uma obrigação a ser cumprida pelo aluno, e se torne uma fonte de efetivação de seu conhecimento intelectual que o motivará a participar do processo de desenvolvimento social, não como mero receptor de informações, mas como idealizador de práticas que favoreçam esse processo,
Na sociedade da informação, a escola deve servir de bússola para navegar nesse mar do conhecimento, superando a visão utilitarista de só oferecer informações “úteis” para a competitividade, para obter resultados. Deve oferecer uma formação geral na direção de uma educação integral. O que significa servir de bússola? Significa orientar criticamente, sobretudo as crianças e jovens, na busca de uma informação que os faça crescer e não embrutecer.(GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000)

Segundo Ladislau Dowbor (1998:259), a escola deixará de ser “lecionadora” para ser “gestora do conhecimento”. Prossegue dizendo que pela primeira vez a educação tem a possibilidade de ser determinante sobre o desenvolvimento. A educação tornou-se estratégica para o desenvolvimento, mas, para isso, não basta “modernizá-la”, como querem alguns. Será preciso transformá-la profundamente.
O professor nesse contexto deve ter em mente a necessidade de se colocar em uma postura norteadora do processo ensino-aprendizagem, levando em consideração que sua prática pedagógica em sala de aula tem papel fundamental no desenvolvimento intelectual de seu aluno, podendo ele ser o foco de crescimento ou de introspecção do mesmo quando da sua aplicação metodológica na condução da aprendizagem. Sobre essa prática, GADOTTI (2000:9) afirma que “nesse contexto, o educador é um mediador do conhecimento, diante do aluno que é o sujeito da sua própria formação. Ele precisa construir conhecimento a partir do que faz e, para isso, também precisa ser curioso, buscar sentido para o que faz e apontar novos sentidos para o que fazer dos seus alunos”.
Ele afirma ainda que,
Os educadores, numa visão emancipadora, não só transformam a informação em conhecimento e em consciência crítica, mas também formam pessoas. Diante dos falsos pregadores da palavra, dos marketeiros, eles são os verdadeiros “amantes da sabedoria”, os filósofos de que nos falava Sócrates. Eles fazem fluir o saber (não o dado, a informação e o puro conhecimento), porque constroem sentido para a vida das pessoas e para a humanidade e buscam, juntos, um mundo mais justo, mas produtivo e mais saudável para todos. Por isso eles são imprescindíveis.(GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000)
HAMZE (2004:1) em seu artigo “O Professor e o Mundo Contemporâneo” considera que
Os novos tempos exigem um padrão educacional que esteja voltado para o desenvolvimento de um conjunto de competências e de habilidades essenciais, a fim de que os alunos possam fundamentalmente compreender e refletir sobre a realidade, participando e agindo no contexto de uma sociedade comprometida com o futuro. (HAMZE, A .O professor e o mundo contemporâneo, 2004)
Assim, faz-se necessário à busca de uma nova reflexão no processo educativo, onde o agente escolar passe a vivenciar essas transformações de forma a beneficiar suas ações podendo buscar novas formas didáticas e metodológicas de promoção do processo ensino-aprendizagem com seu aluno, sem com isso ser colocado como mero expectador dos avanços estruturais de nossa sociedade, mas um instrumento de enfoque motivador desse processo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CASTRO, A. H. O professor e o mundo contemporâneo.Jornal O Diário Barretos, opinião aberta, 08 jul 2004.

DOWBOR, L. A reprodução Social. São Paulo: Vozes, 1998.

GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 2000.

Autora: LÍVIA ALVES BRANQUINHO
Fonte: artigos.com

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2 de março de 2011

Dificuldade na aprendizagem




A questão ensino aprendizagem é algo que tem despertado meu interesse há alguns anos, principalmente no que tange ao fato de que muitas vezes a comunicação receptor-emissor no caso de professor e aluno não alcança o êxito esperado e o aluno não raramente permanece sem o domínio do conteúdo a ele repassado.
Quando nos questionamos a respeito das razões que levam a tal resultado, enumeramos algumas em nossa mente: falta de recursos para o ensino, escolas com espaço não apropriado à aprendizagem, desestrutura familiar, problemas fisiológicos e/ou biológicos que desencadeiam as dificuldades individuais, professores mal capacitados e mal remunerados, dentre outras tantas que são exteriores a nossa condição de educador.
Em alguns estudos realizados ao longo de 14 anos de experiência docente em todos os níveis escolares, foi possível observar que a historia se repete independente do nível em que esteja o aluno. Sempre um questionamento fica no ar: por que essas crianças sentem tanta dificuldade de aprender hoje em dia? Verificando o conteúdo estudado vemos que hoje, ainda permanece o mesmo currículo anterior, enxertado de algumas disciplinas novas que acompanham as necessidades atuais, mas, a essência ainda permanece. Em contato com livros didáticos vê-se repetidos textos e atividades e o livro permanece o mesmo, apenas com uma logística mais atraente e atualizada, muitos desses textos fazem parte do meu arcabouço pessoal, e os tenho ainda gravados desde os meus tempos das primeiras letras, significando que pouca mudança houve nos últimos trinta anos de ensino.
Posso ainda visitar a minha primeira escola e ver que a estrutura ainda é a mesma. Surge daí uma interrogação que necessita de resposta: se a educação ainda permanece a mesma, com raras mudanças, por que os alunos hoje mesmo aprovados não possuem conhecimento dos conteúdos ensinados pelos professores? O que mudou de lá para cá? Antigamente os alunos estudavam de março a junho e de julho a novembro apenas, e ao final do ano os que eram aprovados davam conta do conteúdo daquele ano e dos anos anteriores também. Hoje temos uma jornada de fevereiro a dezembro com aulas muitas vezes em tempo integral e quando começa o ano letivo na maioria das vezes já não se lembram de quase nada do que viram, sendo necessário ao professor semanas de revisão de conteúdo para então começar o novo ano letivo.
Pensando nos fatores advindos destas reflexões é possível parar um pouco e parafrasear o ilustre Paulo Freire quando nos diz que:

"Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância” dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo, do pequeno mundo em que se movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavramundo”. (1988, p.9)

O fato de adentrar a escola era para a criança como penetrar num espaço totalmente novo, sem, contudo deixar de lado sua infância, embora não houvesse tantos espaços destinados a elas haviam, no entanto tempo para ser criança, assim a socialização acontecia no pátio da escola, no recreio livre onde se podia correr e brincar as brincadeiras preferidas era o momento do estudo da “palavramundo” (coisa que hoje quase não se vê), e na hora de estudar havia uma atenção voltada para aquele momento, não havia tantos casos de TDAH ( transtorno de Déficit de Atenção e Hiperativismo), e as outras dificuldades também não eram identificadas facilmente a menos que fosse alguma deficiência muito comprometedora que remetia o aluno a escolas especializadas no transtorno. Claro que havia as discriminações e muitas vezes mal-entendidos e falta de inclusão, etc, coisa que daria em si outro artigo. Mas quero referir-me aqui ao fato de que em meio a tantos contrastes e uma legislação tecnicista, a aprendizagem dos conteúdos ocorria.
Hoje a escola modernizou-se, os espaços são pensados para dar a maior condição de concentração e conforto, foram inseridas disciplinas atuais e de acordo com o tempo tecnológico que vivemos, os professores adéquam-se ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), aumentou-se os dias letivos e a permanência na escola, criou-se a Inclusão Social inserindo no contexto escolar pessoas segregadas, instituiu-se os Centros de atendimento a crianças com dificuldades de aprendizagem, psicopedagogos e psicólogos foram contratados, e o que vemos? Alunos que concluem o período escolar sem condições de passar num vestibular ou num concurso público, para alegria dos proprietários de cursinhos preparatórios para os que podem pagar, e tristeza dos que não tem condições de arcar com despesas extras e precisam ingressar no mercado de trabalho cuja solução é batalhar para entrar em um curso técnico e sair o mais rápido possível para ganhar a vida, ou quem sabe ainda vender DVDs piratas nas esquinas ou nas feiras livres...
O que acontece com o ensino aprendizagem? As coisas mudaram muito ao longo dos anos? A mudança melhorou a aprendizagem? A “repetência zero” está ajudando a criar um ensino de qualidade que possibilite uma aprendizagem ‘anti-repentência’? São reflexões que precisam ser feitas a cada dia por educadores e governantes.
Tenho trabalhado com alunos de diferentes classes sociais e escolas variadas, publicas e particulares e a realidade tem sido a mesma, alunos desmotivados que não dão conta do conteúdo, que apresentam um quadro de dificuldades de aprendizagem muito acentuado chegando ao nosso Centro com atividades para realizar sem contudo dominar o conteúdo da mesma ou na maioria das vezes nenhuma noção do que é para ser feito. É como se durante o momento da aula se tratasse de qualquer assunto menos do que precisa ser realizado, ou se estes estivessem aéreos alheios ao que se passa em sala de aula.
Como Psicopedagoga não posso ignorar as diversas dificuldades que impendem o perfeito aprendizado e que se manifestam nas crianças: dislexias, TDAH, dislalias, etc, mas, ainda me questiono como está ocorrendo a “ensinagem”, como está sendo trabalhado o conteúdo dentro da perspectiva de uma preparação para o futuro. Sei que há outras aprendizagens a serem compreendidas como o ensino dos valores (também em baixa), a socialização, o domínio das novas ferramentas tecnológicas de aprendizagem, dentre outras. Mas, precisamos reconhecer que nossos alunos têm pela frente vestibulares, provas de concurso, seleções de pós-graduações, e avaliações diversas que dependem única e exclusivamente do domínio do conhecimento cientifico e muitas vezes, especifico.
Sem perder de vista os fatores externos e internos de cada ser humano que dificultam a compreensão e fixação de determinado conteúdo, é preciso refletir sobre o papel do educador que antes de ser infalível é um ser humano que como qualquer outro está em constante reconstrução e, portanto, necessita a cada dia aprender e ensinar o que aprendeu como reforça Paulo Freire (1996) “Me movo como educador porque primeiro me movo como gente”, a própria compreensão desta condição de Ser humano nos remete ao fato de que precisamos questionar nossas ações enquanto educadores, pensarmos o quanto destas dificuldades de aprendizagem se originam nas nossas “pedagogices”, ou na frieza de uma educação bancária desprovida de relacionamentos, alheias ao fato de que cada pessoa ali inserida em sala de aula tem sua própria personalidade e que precisa ser levada em conta no processo de escolha das estratégias de aula, a cada momento estaremos atingindo determinado grupo em detrimento de outro e isto precisa ser compensado com mudanças estratégicas e variações de nossas ações.
A dificuldade de aprendizagem precisa ser combatida por um conjunto de alianças entre as figuras presentes no contexto escolar, do aluno, família, professores, gestores, profissionais de saúde emocional e física e principalmente dos governantes que precisam oferecer condições de trabalho para que se ofereça a melhor educação que se pode ter, criando não apenas melhores índices no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) internacional, mas, pessoas capazes de dar conta daquilo que aprenderam de fato e de verdade.

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Fonte: Dificuldade na aprendizagem